No dia 21 de agosto, o governo do presidente Jair Bolsonaro anunciou uma lista com 17 empresas estatais que serão privatizadas. Das 17, oito já estavam no programa de privatização. O ministro da Economia, Paulo Guedes também voltou a sugerir a privatização da Petrobras.

Na opinião de Raphael Zaroni, sócio do Zaroni Advogados, “o pacote de privatizações almejado pelo atual governo objetiva, precipuamente, equilibrar e reduzir os gastos com serviços públicos, através de uma maior concorrência entre os diversos players do mercado (nacionais e estrangeiros) e do fomento dos investimentos estrangeiros no país. A intenção da agenda do governo é, sem dúvida, acelerar a economia de uma forma mais liberal e agressiva”.

As estatais que deverão ser privatizadas são: Correios; Centrais Elétricas Brasileiras S.A (Eletrobras); Casa da Moeda; Telecomunicações Brasileiras S/A (Telebras); Serviço Federal de Processamento de Dados (SERPRO); Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev); Empresa de Trens Urbanos de Porto Alegre S.A. (TRENSURB); Companhia de Entrepostos e Armazéns Gerais de São Paulo (CEAGESP); Centro de Excelência em Tecnologia Eletrônica Avançada (CEITEC); Empresa Gestora de Ativos (EMGEA); Agência Brasileira Gestora de Fundos Garantidores e Garantias (ABGF); Loteria Instantânea Exclusiva (LOTEX); Companhia Docas do Estado de São Paulo (CODESP); Centrais de Abastecimento de Minas Gerais (CEASAMINAS); Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU); Companhia Docas do Espírito Santo (CODESA) e Porto de São Sebastião.